glaucia1Gláucia de Souza
Escritora

Cidade em que nasceu: Rio de Janeiro, RJ
Cidade onde mora: Porto Alegre, RS
Data de nascimento: 07/02/1966
Livros que escreveu para a Projeto: Saco de mafagafos, 1997; Astro Lábio, 1998; Tecelina, 2002; Bestiário, 2006;  Balaio de ideias,  2007  e Do alto do meu chapéu, 2011
Primeiro livro publicado/ano: Saco de mafagafos, Projeto, 1997
Site: www.glauciadesouza.com.br
Blog: http://ninhodemafagafosblog.blogspot.com

Como você trabalha/qual sua rotina?
Normalmente costumo registrar os projetos de escrita em tópicos, em cadernos que carrego alternadamente comigo. Neles registro também, por escrito ou em folhas impressas coladas, as pesquisas necessárias ao texto que estou escrevendo, bem como os rascunhos dos próprios textos. Dessas pesquisas fazem parte links de internet, resenhas de livros lidos, imagens que remetam ao assunto desenvolvido, fragmentos de textos de outros autores etc. Depois de estruturado o texto (seja de livro de poemas, seja de narrativa), digito tudo e passo a fazer várias intervenções escritas à mão. Várias vezes, quando o livro é de poemas, faço a leitura em voz alta para perceber como as palavras se comportam na forma escolhida. Essa rotina não tem bem hora marcada, pois os meus horários de escritora são divididos com os de professora, por esse motivo utilizo os cadernos, que tornam a escrita acessível para mim em qualquer hora do dia, mesmo quando não tenho um computador disponível. Fazem parte do meu processo de escrita muita leitura e muita consulta a fontes que possam me auxiliar.

Trabalha em outra área além dos livros?
Sim, também sou professora e, por conta dessa minha profissão, além das aulas de Língua Portuguesa e Literatura que tenho no Colégio de Aplicação, onde atuo, também faço orientação a estagiários, pesquisa, extensão (a maioria relacionada à formação de professores), escrita de artigos, capítulos de livros destinados às práticas pedagógicas das áreas em que atuo etc. Como gosto bastante de estudar línguas estrangeiras e de suas literaturas, principalmente da poesia, costumo brincar de traduzir (pois não sou tradutora formada em nenhuma língua específica) poemas de autores de que gosto. Foi assim que nasceu a tradução de Zoo louco, da excepcional María Elena Walsh.

 

 

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